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Mostrando postagens de abril, 2018

Saúde suplementar prestes a ganhar plataforma virtual para melhorar a assistência aos pacientes

Em novembro último, o presidente Michel Temer decretou a obrigatoriedade de todos os prestadores de serviços de Saúde - nas esferas públicas, suplementar e privada - entregarem um Conjunto Mínimo de Dados (CMD) ao Ministério da Saúde. A novidade fez com que a Associação Paulista de Medicina começasse a trabalhar na ampliação do escopo de atenção do Projeto Idoso Bem Cuidado, a fim de atender à normativa. Na prática, isso significa que está nascendo um novo modelo de assistência e promoção em saúde para os brasileiros, todo organizado em nuvem, com a mais moderna tecnologia e segurança. A meta é promover atenção integrada aos pacientes, com maior resolubilidade na saúde suplementar, por meio do compartilhamento de dados. A iniciativa busca ainda otimizar os custos e racionalizar o fluxo de atendimento. Trata-se, em suma, da centralização das principais informações de saúde dos usuários em um sistema eletrônico, que facilitará o acesso de profissionais em toda a rede privada, co...

Plano de Saúde

Apesar da evolução da medicina, dos avanços no tratamento e no diagnóstico, muitos dizem que não houve progressos significativos no modelo assistencial da saúde suplementar, além disso, as expectativas do consumidor mudaram, mas a oferta de serviços não acompanhou inteiramente.  Pergunto: Que pecados os planos de saúde cometem para que os clientes demonstrem tanta insatisfação?
Planos de Saúde! S egundo Dr. Dráuzio Varella, em seu livro: A Saúde dos Planos de Saúde - Os desafios da Assistência Privada no Brasil, os planos de saúde médico-hospitalares privados vêm ocupando espaço cada vez maior na assistência médica brasileira. Temos 51 milhões de brasileiros atendidos por esses planos, que formam a chamada saúde suplementar, enquanto 150 milhões de pessoas dependem do sistema público, o SUS. Quando analisamos os números, constatamos que, para estes 150 milhões, o governo federal gasta, em assistência médica, cerca de 103 bilhões de reais ao ano;¹ e, para atender aos outros 51 milhões, a saúde suplementar gasta ao redor de 90,5 bilhões.² Esses números, por si sós, mostram a distorção existente. São tantas as contradições que a assistência médica no Brasil virou um emaranhado. As pessoas têm dificuldade em entender o que está acontecendo e falam mal. Quem depende do serviço público não se conforma com as dificuldades que encontra e sonha com um plano de ass...